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BRECHÓ BENEFICENTE DO PACTOPOA

BRECHÓ DO PACTOPOA

Venham participar do Brechó Beneficente

Dias 30 de novembro e 01 de dezembro de 2018.

Sexta-feira das 09:00 às 17:00 hrs.

Sábado 09:00 às 17:00 hrs..

Local – Igreja São Pedro – Rua Cristóvão Colombo, 1629 – fundos

BRECHÓ BENEFICENTE PACTOPOA – JUNHO DE 2018

BRECHÓ DA PACTOPOA

Venham participar do Brechó Beneficente

Dias 09 e 10 de junho de 2018.

Sábado das 09:00 às 17:00 hrs.

Domingo das 09:00 às 15:00 hrs.

Local – Igreja São Pedro – Rua Cristóvão Colombo, 1629

BRECHÓ BENEFICENTE – NOVEMBRO 2017

BRECHÓ DA PACTOPOA

Venham participar do Brechó Beneficente

Dias 11 e 12 de novembro de 2017

Horário – das 10:00 às 17:00

Local – Igreja São Pedro – Rua Cristóvão Colombo, 1629

NOVA SEDE DA PACTOPOA

A PACTOPOA está atendendo em novo endereço.

Rua Dr. Telmo Vergara nº 293, Bairro Partenon (Intercap) – Porto Alegre – CEP 91530-300
Horário:
Das 08:00 às 11:45 e das 13:30 às 17:45

“INTERNATIONAL DRUG ENFORCEMENT CONFERENCE”

DISCURSO DO PAPA FRANCISCO
AOS PARTICIPANTES DA 31ª EDIÇÃO
DA “INTERNATIONAL DRUG ENFORCEMENT CONFERENCE”
Sala Clementina
Sexta-feira, 20 de Junho de 2014

Ilustres Senhores!
Sinto-me feliz por me encontrar convosco no final da International Drug Enforcement Conference. Agradeço-vos a vossa visita e expresso o meu apreço pela obra que desempenhais enfrentando um problema tão grave e complexo do nosso tempo. Desejo-vos que estes dias romanos marquem uma etapa proveitosa no vosso compromisso. Em particular, espero que possais alcançar os objectivos que estabelecestes: coordenar as políticas antidroga, partilhar as relativas informações e desenvolver uma estratégia de acção destinada a contrastar o narcotráfico. Talvez no narcotráfico as acções sejam as que rendem mais dinheiro no mercado. E isto é trágico.
O flagelo da droga continua a alastrar-se de formas e em dimensões impressionantes, alimentado por um mercado ignóbil, que ultrapassa confins nacionais e continentais. Deste modo continua a crescer o perigo para os jovens e os adolescentes. Face a este fenómeno, sinto a necessidade de manifestar a minha dor e preocupação.
Gostaria de dizer muito claramente: a droga não se vence com a droga! A droga é um mal, e com o mal não nos podemos dar por vencidos nem ceder a compromissos. Pensar que se pode limitar o dano, permitindo o uso de psicofármacos àquelas pessoas que continuam a usar droga, não resolve minimamente o problema. As legalizações das chamadas «drogas leves», até parciais, além de serem discutíveis a nível legislativo, não produzem os efeitos estabelecidos. Depois, as drogas substitutivas não são uma terapia suficiente, mas um modo velado de se render ao fenómeno. Pretendo reafirmar quanto já foi dito noutra ocasião: não a qualquer tipo de droga. Simplesmente. Não a qualquer tipo de droga (cf. Audiência geral, 7 de Maio de 2014). Mas para dizer este não, é preciso dizer sim à vida, sim ao amor, sim aos outros, sim à educação, sim ao desporto, sim ao trabalho, sim a mais oportunidades de trabalho. Um jovem que não tem trabalho, pensemos nisto. Penso que o número é de 75 milhões na Europa. Penso, não tenho a certeza, não quero dizer uma coisa que não é. Mas pensemos num jovem: nem, nem. Nem estuda nem trabalha. Entra nesta falta de horizonte, de esperança, e a primeira oferta são as dependências, entre as quais a droga. Isto… as oportunidades de trabalho, a educação, o desporto, a vida sadia: é este o caminho da prevenção da droga. Se estes «sins» forem realizados, não haver lugar para a droga, nem para o abuso de álcool e para outras dependências.
A Igreja, fiel ao mandato de Jesus de ir onde quer que haja um ser humano sofredor, sedento, faminto, na prisão (cf. Mt 25, 31-46), não abandonou quantos caíram na espiral da droga, mas com o seu amor criativo foi ao encontro deles. Pegou-lhes pela mão, através da obra de tantos agentes e voluntários, para que pudessem redescobrir a própria dignidade, ajudando-os a recuperar aqueles recursos, aqueles talentos pessoais que a droga tinha sepultado, mas que não podia cancelar, dado que cada homem é criado à imagem e semelhança de Deus (cf. Gn 1, 26). Mas este trabalho de recuperação é muito limitado, não é suficiente. É preciso trabalhar na prevenção. Isto fará muito bem. O exemplo de muitos jovens que, desejosos de subtrair-se à dependência da droga, se comprometem a reconstruir a sua vida, é um estímulo a olhar em frente com confiança.
Ilustres Senhores, encorajo-vos a prosseguir o vosso trabalho sempre com grande esperança. Desejo-vos o melhor e abençoo-vos de coração. Obrigado!

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© Copyright – Libreria Editrice Vaticana

I Simpósio sobre Espiritulidade, Saúde e Dependência Química.

Inscrições pelo e-mail : marcelo@pactopoa.com.br

Inscrições pelo e-mail : marcelo@pactopoa.com.br

Tarde de Autógrafos – Livro da PACTO/POA na 59º Feira do Livro de Porto Alegre


O livro da PACTO/POA estará sendo autografado nesta sexta feira, dia 08 de novembro às 14:00 horas no Memorial do Rio Grande do Sul.
Será comercializado, na feira, com exclusividade no estande da AGEI – Associação Gaúcha dos Escritores Independentes, ao preço de R$ 10,00.

O day after

Ezany Condessa Pereira*

No último 29 de setembro ocorreu, em Viamão, o 23° aniversário da Fazenda do Senhor Jesus, fato que me permitiu tecer algumas considerações, a partir de manifestações emitidas por um grupo de residentes a respeito daquele magnífico dia de comemoração.

Na prática da Espiritualidade subseqüente àquele evento, e da qual eu participava, havia cerca de vinte jovens. Enquanto alguns se postavam contidos, onze decidiram se manifestar. Em seus relatos identificaram o futebol, o cabo de guerra e a corrida do saco como as atividades que mais gostaram de praticar. Observe-se que o restante do grupo de residentes se encontrava com o Walmor Goulart, na reunião de Catequese.

Quando questionados a respeito do que mais lhes serviu como ensinamento para suas recuperações, alinharam as questões relativas à alegria, à descontração, às competições sadias — com disciplina e prazer —, reportando que tais competições lhes traziam uma nova forma de sentir exultação, agora sem uso de substâncias químicas.

Fizeram questão de enfatizar que o cabo de guerra e a corrida do saco os reportavam às suas infâncias, uma época muito boa e de ótimas lembranças.

Chamou-me atenção a observação de um deles a respeito do cabo de guerra:

— O lado forte do cabo é que tenho que me unir, com determinação, para fazer vencer meu lado bom, trabalhado com um Grupo Forte!

Dentro desta questão, concluiu citando o NAREP, o Núcleo de Apoio e Ressocialização Pessoal, fato que permitiu a outro residente citar, em tom agradecido, que se trata de um grupo de colaboradores solidários.

Dentre outras questões, somente um manifestou-se a respeito da qualidade da comida. Outros acharam por bem enaltecer a hora do chimarrão e a hora de papo sobre a tradição.

No que se refere aos Sentimentos, observaram que a FSJ estava de luto pela morte de nosso querido Diretor de Recuperação, o Érington Szekir. Lembrando o fato, um deles tomou a decisão de rezar por todos os voluntários da PACTO que já haviam partido.Todavia, fizeram questão de frisar que não deixavam de se alegrar, enaltecendo as lições de camaradagem e de competitividade que estavam a usufruir.

Ao final daquele estimulante encontro pude concluir que, de um modo geral, os rapazes estão se empenhando, e pontuando suas conquistas, a partir do forte interesse em levar adiante suas recuperações, agora entendidas como um ‘objeto de prazer’.

Diante de tal testemunho, percebi ser muito importante a mudança de “foco” na forma de se divertirem, agora com sobriedade, estabelecendo, então, uma nova concepção de prazer. Concluí com alegria que sua alimentação estava num segundo plano. O que valia, no presente, eram seus sentimentos e sua maneira alegre e solidária de se divertir “de cara”.

Nesta valorização dos sentimentos lembraram os ausentes, momento intermediado por uma oração, não se esquecendo de rogar pela morte dos que doaram suas vidas pelo próximo, a exemplo de Jesus Cristo.

Em paralelo, o grupo enalteceu as boas lembranças de suas infâncias, seu aprendizado nas competições propostas para aquele dia, acabando por ressaltar, com ênfase, a importância da participação. O grupo deu destaque, também, a possibilidade de levar à frente o hábito de sorver o chimarrão, algo diretamente relacionado às suas tradições, e que lhes permitia a boa prática da solidariedade.

Ao final daquela gratificante reunião de Espiritualidade, o grupo lamentou o fato de eu não ter tido a oportunidade de me fazer presente naquele dia tão significativo, para eles e para a nossa instituição. Contudo, fiquei comovida por aquele day after, o qual — para mim — resultou na melhor parte, ao poder identificar que a memória química está dando lugar para o prazer da recuperação, de novos valores e renovados sentimentos, sem deixar de relevar que o empenho pessoal de cada um, em primeiro lugar, o comprometimento da Equipe de Assistência Técnica e do Voluntariado, e da louvável Equipe de Monitores, acabam, de forma inequívoca, por solidificar sua recuperação.

*Voluntária da PACTO.

Poesia para cantar a nova vida

Jovens que largaram as drogas com auxílio de uma ong, na Capital, autografam, na Feira do Livro, obra com poemas e contos sobre suas experiências

Por meio de versos e rimas, oito jovens estão reescrevendo a história de suas vidas. E, neste sábado, vão dividir a alegria do recomeço longe das drogas com os visitantes da 58ª Feira do Livro de Porto Alegre.

Eles são integrantes do programa de Reinserção Social da Pacto/Poa (Programa de Auxílio Comunitário ao Toxicômano de Porto Alegre), que participam há oito meses de uma oficina literária, e vão autografar o livro Sentimentos, da editora Pragmatha.

– Tudo o que eu queria era um terreno propício para jogar a semente da poesia. Para minha surpresa, encontrei um campo muito fértil – conta a professora Mara Carvalho Leite.

Jovens falam de vida e esperança

O trabalho é coordenado pela equipe do projeto Terceiro Olhar. Além da leitura de poemas, a oficina foi conduzida a partir de temas como vida, família, amor, medo e fé, com destaque para as vivências de cada jovem.

“Mostramos que somos capazes”

Márcio Viana, 33 anos, do Bairro Belém Novo, está há dois meses na Casa de Reinserção Social. Para ele, a poesia ajudou a expor sentimentos:

– Devido à história de vida, drogadição, crime, a gente se exclui da sociedade, da família. Aqui, estamos mostrando que somos capazes.

Diretor da Casa de Reinserção Social, Julio Cruz, explica que a literatura é tema de uma das oficinas que fazem parte da etapa posterior ao atendimento na fazenda terapêutica, que é de nove meses.

– Queremos preparar o jovem e, em um determinado momento, encaminhar para uma empresa – observa.

Saiba mais

O livro

O lançamento do livro Sentimentos na Feira será no sábado, às 16h.

A obra é uma coletânea de poesia e prosa.

Os autores são Anderson Rosa Gomes, Edimar Alves Domingues, Fábio da Silva, Rafael Xavier Silveira, Lucas Aurélio Gonçalves Câmara, Osmar Fernando Paim Marques Júnior, Márcio Viana dos Santos e Fernando Porto da Silva.

O livro, da Editora Pragmatha, custa R$ 10. Haverá exemplares à venda no lançamento

A ong

A Pacto/Poa é uma ong criada em 1989. Tem como objetivo a prevenção, a recuperação e a ressocialização de dependentes químicos.

O atendimento é voltado exclusivamente para rapazes com idade a partir de 18 anos.

Mais informações: www.pactopoa.com.br.

Mãe está orgulhosa

Computadores e livros, instrumentos distantes da realidade de Fábio da Silva, 31 anos, durante a infância e a adolescência, hoje fazem parte da rotina dele.

– Nunca entrei em uma escola – conta Fábio, que foi engraxate, guardador de carros e pedia comida na rua, quando guri.

As primeiras letras estão sendo apresentadas a ele na oficina de alfabetização. Viraram poemas, com a ajuda da professora Mara, que colocou no papel as ideias ditadas por ele.

– Para mim, só faltava a morte. Sempre me achei um inútil, que só dava valor para o crime. Se não estivesse aqui, nem sei onde estaria – recorda Fábio, que ficou preso durante oito anos.

A faxineira Ana, 45 anos, mãe dele, vive o orgulho pela participação do filho na obra que será lançada na feira.

– Eu jamais quero apagar o sorriso da minha mãe – afirma Fábio.

DIÁRIO GAÚCHO

Livro da PACTO/POA na 58º Feira do Livro de Porto Alegre

O livro da PACTO/POA estará sendo comercializado, na feira, com exclusividade no estande da AGEI – Associação Gaúcha dos Escritores Independentes, ao preço de R$ 10,00.

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